Myriam Brindeiro presente na Confraternização Natalina da UBE

Myriam Brindeiro esteve presente no último dia 13 de dezembro de 2016, na Confraternização Natalina da União Brasileira de Escritores, no Recife.

Na oportunidade cantou no Coral da Instituição.

As fotos são gentileza da escritora Bernadete Bruto.

Myriam Brindeiro no Coral UBE - Recife, dezembro de 2016. Foto de Bernadete Bruto

Myriam Brindeiro no Coral UBE – Recife, dezembro de 2016. Foto de Bernadete Bruto

 

Myriam e Bernadete Bruto. UBE, dezembro de 2016

Myriam e Bernadete Bruto. UBE, dezembro de 2016

 

 

Myriam Brindeiro (perfil literário)

MYRIAM BRINDEIRO de Moraes Vasconcelos

Myriam Brindeiro

Poetisa, compositora, pesquisadora, nasceu no Recife, PE, em 26 de junho de 1937. Faz parte da Geração 65 e foi uma liderança definitiva nas atividades das Edições Pirata (1979/1983), pois fez do primeiro andar de sua residência em Apipucos o local onde eram encadernados os livros desse movimento editorial e onde se reuniam os que nele trabalhavam. O movimento era liderado pelos poetas Jaci Bezerra, Alberto Cunha Melo, integrantes da Geração 65 e a escritora Eugênia Menezes,  dele faziam parte também os escritores como:  Maria do Carmo de Oliveira, Nilza Lisboa, Amarindo Martins de Oliveira, Andréa Mota, Vernaide Wanderley, Ednaldo Gomes e Celina de Holanda. Os  livros eram produzidos às escondidas, ou seja, “pirateados”, na gráfica da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), daí surgiu o nome do movimento. Posteriormente, seus editores adquiriam uma impressora de segunda mão e alugaram um local para instalar o equipamento.

Foi bacharelada em Ciências Sociais pela Fafire, em 1959, e pertence à União Brasileira de Escritores (UBE-PE). Pesquisadora aposentada da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), (1994), tem vários relatórios de pesquisa, estudos e artigos publicados. Criou 200 composições próprias e poesias musicadas de vários autores. Participou da antologia: A cor da onda por dentro (1981); Poesia viva do Recife (1996); Sociedade dos poetas vivos (1995); Poesia viva do Recife (1996); A obra em tempos vários – Gilberto Freyre (1999); Música e músicos em Pernambuco (2006); Cantos e contos de Natal (2006); O fim da velhice (2006/2008); 100 Anos de frevo (2007); Cordel do Menino Jesus (2007, org.); Seleções do século XXI (2007); O planeta feito quintal (2009); Agendas do poeta (2006, 2007, 2008, 2009, 2010).

Obras da autora: Clave provisória (1979 / 1983, poesias e partituras); Coceira no ouvido (1982); Cisco no olho (1983); Caixinha com os dois livros (2003); Capelinha de melão (1993).